
A escolha do caminho
O discípulo estava desorientado, pediu ajuda ao mestre perguntando-lhe: - se existe uma única verdade porque é que existem várias religiões, tantos sistemas espirituais, tantos sistemas políticos e doutrinas? Em suma, porque é que existem demasiadas vias?
O mestre respondeu-lhe!
O que perguntas é insensato! Cada ser humano deve ser a sua própria doutrina e a sua própria via.
Cada um é que sabe qual vai ser o seu caminho na vida.
Os caminhos da vida, são como os rios. Uns são mais compridos, mais ou menos fundo, outros mais estreitos, ainda outros serpenteado, enfim, uma coisa é certa, todos vão desaguar à Foz.
O caminho que for percorrido na vida, vai terminar no mesmo lugar. O que interessa é a maneira como percorrer esse caminho, a sua escolha é consoante a ideia que tem da vida e do viver.
Como escolher o meu caminho?
O discípulo fez outra pergunta:
-Mestre como posso saber que estou preparado para perceber e escolher o meu caminho?
O Mestre pediu que o acompanhasse, e conduziu-o até um jardim próximo. Chegado ao local, agarrou na cabeça do seu discípulo e mergulhou no fontanário ali existente, quando finalmente retirou já a beira do desmaio, o mestre perguntou:
- O que é que sentiste?
- Uma grande vontade e ânsia de respirar.
- Quando tiveres essa mesma vontade estás preparado para escolher o teu caminho espiritualidade e assim perceberes o que é a Mente Universal. Comentou o mestre.
Esta história demonstra que devemos sentir uma chamada interior, para que façamos essa mudança. Temos que ter em conta todo o valor espiritual, para que a compreendamos, deixando para trás todo o apego e ideias pré concebidas de vaidade ou como um caminho fácil para atingir os fins inscritos no seu Ego, porque pode vir a encontrar um caminho de ilusão, que mais tarde ou mais cedo dará em desilusão, isto é, temos que ter atenção ao KARMA.
Boa noite meus colegas Zz supra (para quem está dentro do meio sabe o que estas designações querem dizer…)
ResponderEliminarDada a conjectura cosmo-espacial, eis-me aqui a lançar-vos um repto para meditarem numa singela questão. Possuindo eu os dois cursos Zzs - um dado pelo Martins de Oliveira e o outro francês - gostaria que os meus colegas reflectissem num pequeno grande ponto: porque é que o francês tem 3 exercícios de base únicos e o do Martins de Oliveira tem vastíssimos exercícios, desde o Iniciático ao Zzs? São complementares? Ou cada um é um curso, sendo o francês o original?
Finalizo esta minha intervenção com grandes saudações cordiais a todos aqueles que pela Luz vivem e pela Luz morrem, não fosse a Luz a Escuridão – eis o paradoxo da própria criação.
Good vibrations, dance with your own feet…